ESSAS POSTAGEM VAI SER SEMPRE EDITADA TRAZENDO ALGUMAS CURIOSIDADES PARA OS LEITORES.
- As 10 montanhas mais altas...
1 Monte Everest 8,848
2 K2 8,611
3 Kangchenjunga 8,586
4 Lhotse 8,516
5 Makalu 8,485
6 Cho Oyu 8,188
7 Dhaulagiri 8,167
8 Manaslu 8,163
9 Nanga Parbat 8,126
10 Annapurna I 8,091
- No Brasil não existe montanha, você sabia?
Pra quem acha que já subiu montanhas no Brasil, o Brasil não tem montanhas porque não tem Limites Convergentes, isto é, placas tectônicas que se chocam uma contra a outra, as vezes pode formar uma zona de subducção e outras vezes formar montanhas. O mesmo processo ocorreu quando a Índia, na época da Pangéia, se soltou da Gondwana e chocou-se contra a Ásia, formando a enorme cordilheira do Himalaia, essa sim é considerada uma montanha, porque foi formada pelo choque de duas placas convergentes.o que determina esse relevo é a sua gênese ( formação geológica) e não a topometria (altitudes).
http://br.answers.yahoo.com
- Como cozinhar em alta montanha...
Esta é uma informação muito importante para aquele que quer subir uma montanha aqui na América do Sul como os Andes. E para o viajante de mochila, que fica atento as promoções de empresas aéreas, realizar um sonho de conhecer Machu Pichu, por exemplo, é absolutamente possível mesmo para os que não possuem muito dinheiro.
Nestas grandes caminhadas de mochila nas costas em longos trechos poder fazer fogo, aquecer alimentos é fundamental para a sobrevivência. Acontece que quanto mais alto se sobe em uma montanha menor será a quantidade de oxigênio disponível na atmosfera. E isso dificulta a combustão em uma simples fogueira ou até mesmo em um fogareiro a gás butano. É nessa hora que os fogareiros que queimam benzina são mais eficientes na alta montanha. Você pode encontrar muitas dicas de fogareiros na internet como os fogareiros da MSR.
http://www.viajardemochila.com
Através deste blog, tentarei trazer à vocês um pouquinho das minhas experiências pelo "mundo afora". Algumas histórias de viagens e dicas para quem quer viajar serão contadas neste lugar. leiam e pé na estrada !!!
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
CUIDE BEM DA SUA BARRACA !!!
Alguns a tratam como segunda casa, outros apenas como um abrigo, enfim, de uma forma ou de outra devemos tratar muito bem nossas barracas, afinal, no aperto são elas que nos "salvam".
vai aí algumas dicas para uma boa conservação de barracas.
◊ Cuidado com os raios de sol! – apesar de serem feitas para uso ao ar livre, os raios ultravioletas são prejudiciais ao nylon e podem danificar rapidamente a sua barraca. O dano causado é proporcionalmente igual ao tempo de exposição ao sol e, uma vez ocorrido, é irreparável. Procure, sempre que possível, montá-la em lugares com sombras.
◊ Use um pedaço de plástico para forrar o chão – estenda-o do lado de fora da barraca e compre-o exatamente do tamanho do fundo dela, para não sobrar e, assim, se tornar uma perfeita piscina em caso de chuva. Isso irá protegê-la de furos e a deixará limpa por mais tempo.
◊ Fixe-a bem – apesar de muitas das barracas serem auto-portantes, nunca deixe de prendê-la no chão. E procure manter os cordeletes sempre com o mesmo tamanho. Isso irá protegê-la de estresse em determinadas partes, mais do que outras.
◊ Não puxe as varetas – As varetas são unidas por um cordão elástico para que o conjunto fique sempre unido e não para puxá-la na desmontagem, o que acaba rompendo esta ligação. Isso ocorrendo dá um belo trabalho para repor o elástico. Evite isso invertendo o procedimento, em vez de puxar as varetas empurre-as.
◊ A vareta quebrou? Coloque uma tala no ponto quebrado, com uso de um galho ou outro objeto firme e fixe-a na vareta com o uso de uma fita forte - silver tape, por exemplo. Havendo ruptura da vareta tome cuidado para que a mesma não perfure o tecido com a parte pontiaguda gerada pela quebra.
◊ Silver Tape – Leve sempre um pedaço desta fita adesiva para seus acampamentos. Ela serve para consertar praticamente tudo!
◊ Comida – procure não guardar comida dentro da barraca, pois alguns animais podem ser atraídos pelo cheiro e podem danificá-la para conseguir acessar sua comida.
◊ Cuidado com o fogo! – nenhum nylon de barraca possui tratamento anti-fogo, apesar de algumas serem resistentes ao fogo, não permitindo que ele se propague - mas não impedem que surjam buracos queimados no tecido. Não acenda fogareiros perto e muito menos dentro dela pois, além de prejudicial ao nylon, ele também pode roubar o oxigênio de dentro da barraca, sendo extremamente perigoso à sua vida. Jamais use velas ou lampiões dentro da barraca.
◊ Um pouco de ventilação – cada pessoa perde cerca de um copo d'água por noite, entre respiração e transpiração. Para que você não acorde encharcado pela condensação de sua própria umidade no tecido da barraca, procure ventilá-la o máximo que puder. Se não estiver chovendo, esta tarefa se torna ainda mais fácil e você poderá deixar toda ou boa parte da porta aberta, apenas com o mosquiteiro fechado.
em casa
◊ Aprendendo a montá-la – nunca saia para viajar sem ter antes montado sua barraca e conferir se o conteúdo está completo. Aprender no meio da natureza, quando o sol está se pondo ou, pior, debaixo de uma chuva, não é a melhor hora. Fora isso, montá-la errado pode danificá-la seriamente já no primeiro dia de uso, sem contar com a desagradável descoberta de que seu amigo pode não ter devolvido os espeques que pediu emprestado na temporada passada.
◊ Guarde-a em lugar seco e ventilado – e, de preferência, fora do saco. Nunca, em hipótese alguma, guarde sua barraca úmida ou suja – poucos dias são suficientes para ela começar a estragar e mofar, além da resina impermeabilizante ser atacada. Caso você precise desmontá-la ainda suja ou úmida, limpe-a e seque-a assim que possível Procure mantê-la sempre longe da umidade.
◊ Redobre a impermeabilização de sua barraca – Com a exposição ao sol e a chuvas, chegará um tempo em que será preciso reimpermeabilizar o sobre-teto de sua barraca. Sua barraca durará ainda mais anos com este cuidado, oferecendo uma excelente performance mesmo sob forte chuva - veja as dicas da Nautika para os cuidados com sua barraca.
◊ Limpando-a – Não a lave em máquina de lavar nem a seco. Para limpá-la, use apenas uma esponja e água. Se você for limpá-la inteira, lave-a em uma banheira ou um tanque grande cheio de água fria. Nunca use água quente, amaciantes, detergentes, sabão em pó ou qualquer tipo de removedor. Se você quiser ou precisar usar um sabão, use sempre um biodegradável, que não seja detergente.
◊ Seque-a apenas na sombra – pode ser montando-a em uma sombra (e verifique se, durante o dia, a sombra permanece em cima da barraca) ou pendurando-a no varal. Nunca use máquina de secar! Depois de uma lavagem ou limpeza, poderá ser preciso reimpermeabilizá-la. Não deixe para descobrir isso quando for usá-la de novo.
◊ Mantenha os zíperes felizes – os zíperes devem ser mantidos limpos e longe de partículas que possam emperrá-los. Água limpa e uma escovinha são suficientes. Procure não usar lubrificantes a base de petróleo. Se eles emperram com facilidade ou não correm como deveriam, procure amaciá-los com silicone em pasta ou líquido ou mesmo com parafina. Se você acampou perto do mar, limpe os cursores do zíper antes que comecem a oxidar, pingando em seguida algumas gotas de silicone. Mas, ATENÇÃO: silicone de verdade é transparente e espesso. Não compre aqueles vendidos para lustrar painéis de carros, que são dissolvidos e ficam muito fluidos, pois os solventes, corantes e perfumes adicionados podem piorar as coisas.
◊ Tome um cuidado especial com as varetas – procure limpá-las e secá-las sempre depois do uso. E guarde-as sempre dentro do saco delas – isso irá reduzir o risco de rasgos ou furos no nylon da barraca, quando você colocar tanto as varetas quanto as estacas dentro do saco da barraca. Lubrifique as luvas de encaixe das varetas para que não se oxidem e, principalmente, trate-as com delicadeza, evitando flexioná-las demais na montagem. A maior parte dos problemas com varetas ocorre por acidentes em que algo ou alguém cai sobre a barraca.
◊ Mofo – além do cheiro ruim, se a sua barraca mofar, isto irá destruí-la. O mofo usa a sujeira como nutriente para crescer e se reproduzir. Pior, ele cresce entranhado no tecido da barraca, o que também prejudica a impermeabilização. Se ele começar a crescer, lave-a imediatamente com água limpa e fria. Depois, passe uma solução de um copo de suco de limão e um copo de sal para três litros de água quente. Use uma esponja para espalhá-lo principalmente nas áreas afetadas e deixe secar naturalmente, sem enxaguar, nunca usando a luz do sol diretamente. Verifique se há necessidade de reimpermeabilizar.
◊ Rasgos e outros problemas similares – se você o viu em casa, procure consertá-lo o quanto antes. Se o vir ao usar a barraca, tenha certeza de ter alguns metros de fita adesiva silver tape com você, para fazer um reparo de emergência até que possa consertá-la de forma mais definitiva. Depois do conserto, reimpermeabilize a área.
◊ Checando antes de sair de casa! – antes de fechar a mochila, tenha certeza de ter, mais uma vez, montado sua barraca e checado se todas as partes dela estão ali, inteiras, limpas e em ordem. Lembre-se que sua barraca será sua casa ao ar livre nos próximos dias. Cuide bem dela e tenha de volta proteção e conforto por muito mais tempo.
fonte: http://www.ocampista.com.br
vai aí algumas dicas para uma boa conservação de barracas.
◊ Cuidado com os raios de sol! – apesar de serem feitas para uso ao ar livre, os raios ultravioletas são prejudiciais ao nylon e podem danificar rapidamente a sua barraca. O dano causado é proporcionalmente igual ao tempo de exposição ao sol e, uma vez ocorrido, é irreparável. Procure, sempre que possível, montá-la em lugares com sombras.
◊ Use um pedaço de plástico para forrar o chão – estenda-o do lado de fora da barraca e compre-o exatamente do tamanho do fundo dela, para não sobrar e, assim, se tornar uma perfeita piscina em caso de chuva. Isso irá protegê-la de furos e a deixará limpa por mais tempo.
◊ Fixe-a bem – apesar de muitas das barracas serem auto-portantes, nunca deixe de prendê-la no chão. E procure manter os cordeletes sempre com o mesmo tamanho. Isso irá protegê-la de estresse em determinadas partes, mais do que outras.
◊ Não puxe as varetas – As varetas são unidas por um cordão elástico para que o conjunto fique sempre unido e não para puxá-la na desmontagem, o que acaba rompendo esta ligação. Isso ocorrendo dá um belo trabalho para repor o elástico. Evite isso invertendo o procedimento, em vez de puxar as varetas empurre-as.
◊ A vareta quebrou? Coloque uma tala no ponto quebrado, com uso de um galho ou outro objeto firme e fixe-a na vareta com o uso de uma fita forte - silver tape, por exemplo. Havendo ruptura da vareta tome cuidado para que a mesma não perfure o tecido com a parte pontiaguda gerada pela quebra.
◊ Silver Tape – Leve sempre um pedaço desta fita adesiva para seus acampamentos. Ela serve para consertar praticamente tudo!
◊ Comida – procure não guardar comida dentro da barraca, pois alguns animais podem ser atraídos pelo cheiro e podem danificá-la para conseguir acessar sua comida.
◊ Cuidado com o fogo! – nenhum nylon de barraca possui tratamento anti-fogo, apesar de algumas serem resistentes ao fogo, não permitindo que ele se propague - mas não impedem que surjam buracos queimados no tecido. Não acenda fogareiros perto e muito menos dentro dela pois, além de prejudicial ao nylon, ele também pode roubar o oxigênio de dentro da barraca, sendo extremamente perigoso à sua vida. Jamais use velas ou lampiões dentro da barraca.
◊ Um pouco de ventilação – cada pessoa perde cerca de um copo d'água por noite, entre respiração e transpiração. Para que você não acorde encharcado pela condensação de sua própria umidade no tecido da barraca, procure ventilá-la o máximo que puder. Se não estiver chovendo, esta tarefa se torna ainda mais fácil e você poderá deixar toda ou boa parte da porta aberta, apenas com o mosquiteiro fechado.
em casa
◊ Aprendendo a montá-la – nunca saia para viajar sem ter antes montado sua barraca e conferir se o conteúdo está completo. Aprender no meio da natureza, quando o sol está se pondo ou, pior, debaixo de uma chuva, não é a melhor hora. Fora isso, montá-la errado pode danificá-la seriamente já no primeiro dia de uso, sem contar com a desagradável descoberta de que seu amigo pode não ter devolvido os espeques que pediu emprestado na temporada passada.
◊ Guarde-a em lugar seco e ventilado – e, de preferência, fora do saco. Nunca, em hipótese alguma, guarde sua barraca úmida ou suja – poucos dias são suficientes para ela começar a estragar e mofar, além da resina impermeabilizante ser atacada. Caso você precise desmontá-la ainda suja ou úmida, limpe-a e seque-a assim que possível Procure mantê-la sempre longe da umidade.
◊ Redobre a impermeabilização de sua barraca – Com a exposição ao sol e a chuvas, chegará um tempo em que será preciso reimpermeabilizar o sobre-teto de sua barraca. Sua barraca durará ainda mais anos com este cuidado, oferecendo uma excelente performance mesmo sob forte chuva - veja as dicas da Nautika para os cuidados com sua barraca.
◊ Limpando-a – Não a lave em máquina de lavar nem a seco. Para limpá-la, use apenas uma esponja e água. Se você for limpá-la inteira, lave-a em uma banheira ou um tanque grande cheio de água fria. Nunca use água quente, amaciantes, detergentes, sabão em pó ou qualquer tipo de removedor. Se você quiser ou precisar usar um sabão, use sempre um biodegradável, que não seja detergente.
◊ Seque-a apenas na sombra – pode ser montando-a em uma sombra (e verifique se, durante o dia, a sombra permanece em cima da barraca) ou pendurando-a no varal. Nunca use máquina de secar! Depois de uma lavagem ou limpeza, poderá ser preciso reimpermeabilizá-la. Não deixe para descobrir isso quando for usá-la de novo.
◊ Mantenha os zíperes felizes – os zíperes devem ser mantidos limpos e longe de partículas que possam emperrá-los. Água limpa e uma escovinha são suficientes. Procure não usar lubrificantes a base de petróleo. Se eles emperram com facilidade ou não correm como deveriam, procure amaciá-los com silicone em pasta ou líquido ou mesmo com parafina. Se você acampou perto do mar, limpe os cursores do zíper antes que comecem a oxidar, pingando em seguida algumas gotas de silicone. Mas, ATENÇÃO: silicone de verdade é transparente e espesso. Não compre aqueles vendidos para lustrar painéis de carros, que são dissolvidos e ficam muito fluidos, pois os solventes, corantes e perfumes adicionados podem piorar as coisas.
◊ Tome um cuidado especial com as varetas – procure limpá-las e secá-las sempre depois do uso. E guarde-as sempre dentro do saco delas – isso irá reduzir o risco de rasgos ou furos no nylon da barraca, quando você colocar tanto as varetas quanto as estacas dentro do saco da barraca. Lubrifique as luvas de encaixe das varetas para que não se oxidem e, principalmente, trate-as com delicadeza, evitando flexioná-las demais na montagem. A maior parte dos problemas com varetas ocorre por acidentes em que algo ou alguém cai sobre a barraca.
◊ Mofo – além do cheiro ruim, se a sua barraca mofar, isto irá destruí-la. O mofo usa a sujeira como nutriente para crescer e se reproduzir. Pior, ele cresce entranhado no tecido da barraca, o que também prejudica a impermeabilização. Se ele começar a crescer, lave-a imediatamente com água limpa e fria. Depois, passe uma solução de um copo de suco de limão e um copo de sal para três litros de água quente. Use uma esponja para espalhá-lo principalmente nas áreas afetadas e deixe secar naturalmente, sem enxaguar, nunca usando a luz do sol diretamente. Verifique se há necessidade de reimpermeabilizar.
◊ Rasgos e outros problemas similares – se você o viu em casa, procure consertá-lo o quanto antes. Se o vir ao usar a barraca, tenha certeza de ter alguns metros de fita adesiva silver tape com você, para fazer um reparo de emergência até que possa consertá-la de forma mais definitiva. Depois do conserto, reimpermeabilize a área.
◊ Checando antes de sair de casa! – antes de fechar a mochila, tenha certeza de ter, mais uma vez, montado sua barraca e checado se todas as partes dela estão ali, inteiras, limpas e em ordem. Lembre-se que sua barraca será sua casa ao ar livre nos próximos dias. Cuide bem dela e tenha de volta proteção e conforto por muito mais tempo.
fonte: http://www.ocampista.com.br
10 DICAS PARA UMA BOA FOTO

Fotografar é a arte de congelar um momento, pensando nisso e por ser eu eu um "louco" por fotografias, resolvi buscar na net boas dicas para uma boa foto, achei umas bem legais, vou postar aqui para que esse conhecimento seja dividido, boas fotos !!!
1) Enquadramento :
Tente fugir do clichê de colocar o assunto sempre no meio da foto. Deslocar o objeto principal da imagem pode fazer toda a diferença para deixá-la mais interessante.
Divida mentalmente o visor da câmera em três colunas e três linhas, como em um jogo da velha. As intersecções das linhas são os pontos mais interessenantes da sua foto. As linhas em si também mostram pontos de destaque, para colocar os olhos de uma pessoa ou o horizonte, por exemplo.
2) Flash desnecessário :
Uma das coisas mais complicadas na fotografia é aprender a usar o flash de forma correta. Usar o flash muito em cima pode deixar a foto toda clara, e muito longe, escura.
Lembre-se que o flash tem um alcance limitado, de normalmente três a cinco metros, às vezes um pouco mais. Não adianta deixar o flash ligado em uma foto onde o foco é um objeto a 30 metros.
Um bom exemplo de mau uso do flash são shows. Em linhas gerais, não é necessário luz extra alguma nesse caso. A luz do palco é mais do que suficiente para sua foto. Usar flash só vai iluminar as cabeças de quem está na sua frente, fazendo sumir o resto.
3) Flash necessário :
Um ambiente escuro não é o único lugar onde o flash é um acessório necessário. Em uma foto contra-luz, por exemplo, o flash pode ser usado como preenchimento.
Quando você for tirar uma fotografia de alguém com uma fonte de luz ao fundo, como o sol, por exemplo, você pode notar que o sol vai ficar brilhante e somente a silhueta da pessoa vai aparecer. Neste caso o flash irá suprir a falta de luz, deixando ambos visíveis.

4) Cuidado com o fundo :
Tenha muito cuidado ao selecionar o local onde você vai tirar um retrato. A escolha do que aparece ao fundo é tão importante quando o que vem em primeiro plano.
Cores vibrantes, linhas e outros objetos podem interferir ou tirar a atenção do foco. Um erro engraçado, porém muito comum, é tirar foto de uma pessoa em frente a uma árvore onde os galhos parecem formar chifres sobre sua cabeça.
5) Retratos :
Aproxime-se. Quando o assunto é uma pessoa, o que se quer mostrar é, oras, a pessoa. Não tenha medo de chegar perto. Se quiser, pode até cortar um pouco da parte de cima da cabeça. A esta distância é possível reparar em detalhes como sardas e cílios. O que não pode acontecer é aquele monte de nada na volta e um pequeno sujeito no meio.
6) Olhe nos olhos:
Tire fotos na altura dos olhos da pessoa. Para tirar foto de criança fique de joelhos, sente, atire-se no chão. Faça o necessário para ficar ao nível dela.

7) Fotos verticais :
Muitos assuntos exigem uma foto vertical. Se o foco tiver mais linhas verticais, como um farol ou uma escada, vire a câmera.
8) Aproveite a luz :
Não há luz mais bonita que a luz natural do sol. Sempre que puder, aproveite-a. Posicione-se de forma a deixar a fonte de luz à suas costas, aproveitando assim a iluminação. É impressionante quanta diferença pode fazer um simples passo para o lado.
A luz difusa de um dia nublado é excelente para realçar cores e suavisar contornos, sendo excelente para tirar retrados.
É preciso de muito cuidado ao usar o flash. A luz dele, além de forte, tem uma cor diferente a do ambiente. Uma luz dura vai deixar rugas e imperfeições muito mais aparente. Já notou como sempre se fica feio em foto 3x4? Eis a resposta.
9) Cor :
A maioria das câmeras digitais vêm com controle de cor, ou white balance. Esse controle de cor faz com que o branco seja realmente branco sob determinada fonte de luz. Mas as configurações pré-selecionadas da câmera nem sempre são as mais indicadas para quem quer fidelidade.
A configuração para dias ensolarados, normalmente indicada por um pequeno sol, dá um tom mais amarelado às fotos. Essa tonalidade dá uma sensação de calor e afeto, tornando a foto mais interessante sob determinados aspectos.
Experimente bastante o controle de cor até acertar o que mais se adequa ao que você quer.
10) Experimente:
Não há melhor dica do que esta: experimente. O segredo da fotografia está na tentativa e erro. Leia de cabo a rabo o manual da sua câmera, para saber tudo que ela é capaz, e tente todas as configurações possíveis.
A fotografia é muito subjetiva, não há regras. O mais importante é aprender a dominar a luz e sua câmera, para depois fazer o que quiser.

fonte: http://www.alexmarcelinolisboa.blogspot.com/
EXCURSÃO PARA IBITIPOCA
Excursão para Parque Estadual do Ibitipoca
Quem nunca ouviu falar de Ibitipoca, daquele lindo lugar com água "cor de Coca-cola", do Ibitipoca Blues e tal...
Pra quem não conhece ainda, Serra do Ibitipoca fica localizada no município de Lima Duarte na Zona da Mata mineira, aproximadamente 86 Km de Juiz de Fora, o seu acesso é bem fácil.
Para um bom proveito deste paraíso, estamos organizando uma viagem com destino a esse local de imensa beleza. Segue os dados:
DATA: 06 / 07 DE MARÇO DE 2010
INVESTIMENTO:
R$ 120,00 para ficar em barraca
R$ 145,00 para ficar em Mini-chalé
Os valores incluem:
Camping / 2 (duas) entradas no parque / Guia / Jantar / van.
Detalhes do camping Ibitilua:
Área para 100 barracas, banheiros, churrasqueira, fogão a lenha e ducha.
Área para lanches e vestiários com chuveiro elétrico (masculino e feminino).
Sairemos com o mínimo de 7 (sete) pessoas .
Contatos e maiores detalhes:
Luciano curi: (32) 8461-0339 Raquel Teixeira: (32) 8804-1931
Lucianocuri@oi.com.br
Quem nunca ouviu falar de Ibitipoca, daquele lindo lugar com água "cor de Coca-cola", do Ibitipoca Blues e tal...
Pra quem não conhece ainda, Serra do Ibitipoca fica localizada no município de Lima Duarte na Zona da Mata mineira, aproximadamente 86 Km de Juiz de Fora, o seu acesso é bem fácil.
Para um bom proveito deste paraíso, estamos organizando uma viagem com destino a esse local de imensa beleza. Segue os dados:
DATA: 06 / 07 DE MARÇO DE 2010
INVESTIMENTO:
R$ 120,00 para ficar em barraca
R$ 145,00 para ficar em Mini-chalé
Os valores incluem:
Camping / 2 (duas) entradas no parque / Guia / Jantar / van.
Detalhes do camping Ibitilua:
Área para 100 barracas, banheiros, churrasqueira, fogão a lenha e ducha.
Área para lanches e vestiários com chuveiro elétrico (masculino e feminino).
Sairemos com o mínimo de 7 (sete) pessoas .
Contatos e maiores detalhes:
Luciano curi: (32) 8461-0339 Raquel Teixeira: (32) 8804-1931
Lucianocuri@oi.com.br
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
VIAGEM "SOLITÁRIA"
Era mais um feriado, sete de setembro de 2009. Faz cinco anos que eu não sei o que é curtir esse feriado, sempre estou viajando para torneios nessa data. Porém esse ano, graças a Gripe Suína, o torneio foi adiado e lá tava eu, com uma previsão de chuva nas mãos e a “solidão” como companhia. Após ter ligado para várias pessoas e sempre tendo o “não” como resposta, resolvi curtir sozinho, me programei direitinho, fiz uns contatos e resolvi sair em busca de aventuras solitárias.
Enfim, madrugada de sexta pra sábado, pensei bem, vou, não vou, vou, não vou, fui!!!
Peguei meu carrinho e exatamente as quatro da manha segui viagem em direção a Tiradentes. Estava uma manha gostosa, temperatura super agradável e eu no meu caminho sem me desviar dos objetivos, aventura, aventura e aventura.
Cheguei em Tiradentes às 6 horas da manha, foi até engraçado, não havia ninguém na cidade, somente uns cachorros vagando pelas ruas desertas, deu uma paradinha estratégica na estação de trem de Tiradentes e aí me dei conta de uma coisa, quem vai tirar minhas fotos ?????? _ putzzzzzzzzz, estou sozinho mesmo né, hahaha, Ta bem, equilibrei a maquina (celular) num ponto e fui tirando minhas fotinhas. Fiquei até umas oito horas percorrendo as ruas da cidade, quando começou a aparecer algumas pessoas, cheguei a seguinte conclusão: hora de ir embora.
Saí de Tiradentes meio sem destino, mapa na mão e um cartel de escolhas na outra. Segui estrada. Quando dirigia, vi uma placa anunciando uma gruta, Rei do Mato, resolvi entrar e ver o que era a tal gruta, percorri uma estradinha ruim demais, e cheguei numa placa que dizia: FECHADO PARA VISITAÇÃO! Hahahahahahahahaha, dei com os burros n’água, mas tudo bem, tava ali pra isso mesmo. E a viagem continua.
Olhando o mapa, percebi uma cidadezinha perto dali que pudesse ter uma atração que me agradaria muito, se tratava de Camargos, possuidora de uma subestação de Furnas, local muito bonito com muitos lagos e cachoeiras formadas pela barragem. Entrei na estradinha e fui conhecer a tal. Deparei-me com uma cancela e dois guardinhas meio emburrados, afinal, era 9 horas da manha e o que um “chato” tava fazendo ali querendo conhecer o local, hahaha!!! MUITO INTERESSANTE, mas infelizmente o tempo não tava ajudando muito, dei uma voltinha e segui viagem.
Cheguei a Itutinga às 10 h da manha, eu havia trocado e-mails com um amigo de lá sobre um novo esporte que estavam praticando ali, fiquei muito interessado, chama-se Hydro Speed. Trata-se de uma “pranchinha” individual que é “lançada” nas corredeiras de um rio e vai enfrentando as mesmas de forma solitária, adrenante demais. Achei a casa dele a percebi que a mesma era base de uma agência de turismo receptivo. Conheci então o cara que viraria um bom amigo, Paulo Gaia. Ele lamentavelmente me informou que o rio estava inoperante para o Hydro, fiquei até cabisbaixo, pensei: agora só falta chover, hehehehe !!! Paulo, um cara de grande coração não deixou que eu fosse embora, me convidou para a tarde com ele e outro parceiro, o Luciano, fazer uma remada. Eu sem saber o que era isso, topei na hora, tava afim de viver coisas diferentes e tava ali pra isso.
Fomos então fazer a tal remada, o lugar era lindo demais, um lago imenso que dava acesso a cachoeira do Raolino, linda, perfeita, mas longe, beeeeeeeeeeeeeem longe. A remada toda rendeu 9 km, com trechos que tivemos que sair dos caiaques e ir andando por dentro do rio. A lama era muita, e em alguns trechos atolávamos até o joelho. Podemos ver no caminho sinais de “humanização” da natureza, o rio sofrendo assoreamento era até de dar dó. No final da ida largamos os caiaques no rio e fomos a pé, uma floresta de mangues e ingás, linda, chegamos na famosa cachoeira. Segue fotos da remada e da cachoeira.
Exausto, essa era a definição pra mim depois daquele trecho todo, fomos de volta para Itutinga e nos meus planos dali ia seguir para Carrancas, mudança geral, Paulo, família e amigos me convenceram de ficar por lá mesmo e participar de um lual com eles, não precisou falar duas vezes, aceitei com muito prazer. Chegamos na casa de Paulo e logo eu fui tomar um banho, tava precisando, hehehe, comemos algo e nesse meio tempo chegou Lorran, um rapaz tranqüilo e sereno, mas que quando pega o violão da um verdadeiro show. Ali ficamos até umas cinco da manha, o sono bateu forte.
Dia seguinte, lá pelas 9 mais ou menos tava de pé, o pessoal já havia acordado e estavam no café, sentei a mesa com eles e ali batemos mais um longo papo, fiz um resgate com Paulo, de três caras que estavam fazendo uma travessia na região, almoçamos e dali eu parti na minha viagem, rumo a Carrancas e novamente sozinho.
Sem horário, sem compromisso e sem ninguém para me preocupar, resolvi então aproveitar meu caminho até Carrancas. Subindo a linda serra que da acesso à cidade, percebi uma estrada que poderia me levar a algum lugar interessante, voltei o carro e entrei nela. Meus cálculos estavam corretos, consegui chegar em dois mirantes lindos, um em cima da serra e outro chamado Morro da Teta (adivinhem porque), neste ultimo sentei a assisti um lindo por do sol. Fiz ali amizades que carrego até hoje, Tchê, Renata e Lu.
Após ter me deliciado com uma visão linda do sol se pondo, tava na hora de achar um lugar para finalmente abrir minha barraca, segui a procura de um lugar pra dormir e acabei chegando no Camping da Ponte, ali armei minha barraca e fui na cidade procurar algo para comer. Uma surpresa legal, achei os 3 caras que tinham sido resgatados pelo Paulo no dia anterior, tomamos uma cerveja, batemos um longo papo e resolvi dormir, precisava descansar um pouco.
enfim, ultimo dia, eu tinha apenas um dia para curtir Carrancas, sol escaldante e animo total, vamos em frente. tomei um café no camping mesmo, desarmei acampamento e fui atras das cachoeiras. A primeira delas foi uma cachoeira que fica ao lado do camping que fiquei, meio sem graça, mas valeu a pena conhecer. Lutando contra o relogio e com muita vontade de rodar o maximo que puder, procurei uma casa de turismo receptivo, achei uma no centro de Carrancas que por sorte tinha também uma lan house, entrei na net e dei uma busca nos mapas da cidade e das cachoeiras.
Sai "quente" atrás delas, a segunda que visitei foi a cachoeira da Fumaça, infelizmente poluída. fui no Véu de Noiva, ali do lado também e segui para cachoeira das Esmeraldas, lá encontrei meus amigos de novo, Re, Lu e Tchê.
Andamos um pouquinho e enfim chegamos à cachoeira, estava meio “desfigurada” por conta da chuva que caiu dia anterior, mas valeu o caminho. O dia estava acabando, mas assim mesmo eu ainda queria tomar uma cervejinha num lugar tranquilo, escolhi o Complexo da Zilda, um lugar lindo e com várias opções de cachoeiras. Chegando lá não resisti e fui tomar uma cerveja, o calor tava demais e a sede era intença. Aacabei conhecendo o Sr. Adailton, proprietário do local, ele me deu umas dicas de locais para eu ir e sem perda de tempo, fui atrás das quedas. Ele me disse sobre uma cachoeira quase "perdida", vulgarmente chamada cachoeira da Priscila, em homenagem a atriz global Priscila Fantin nas filmagens da novela Alma gêmea. rodei bastante, fui em 3 cachoeiras no locale já quase caindo o dia voltei ao bar para tomar mais uma com o Sr Adailton, proseamos um pouco e fui embora, era hora da aventura terminar.
Aos que não conhecem a região, ta aí um bom roteiro, muitas cachoeiras e pessoas muito gentis, vale a pena a aventura.
até a próxima...
Enfim, madrugada de sexta pra sábado, pensei bem, vou, não vou, vou, não vou, fui!!!
Peguei meu carrinho e exatamente as quatro da manha segui viagem em direção a Tiradentes. Estava uma manha gostosa, temperatura super agradável e eu no meu caminho sem me desviar dos objetivos, aventura, aventura e aventura.
Cheguei em Tiradentes às 6 horas da manha, foi até engraçado, não havia ninguém na cidade, somente uns cachorros vagando pelas ruas desertas, deu uma paradinha estratégica na estação de trem de Tiradentes e aí me dei conta de uma coisa, quem vai tirar minhas fotos ?????? _ putzzzzzzzzz, estou sozinho mesmo né, hahaha, Ta bem, equilibrei a maquina (celular) num ponto e fui tirando minhas fotinhas. Fiquei até umas oito horas percorrendo as ruas da cidade, quando começou a aparecer algumas pessoas, cheguei a seguinte conclusão: hora de ir embora.
Saí de Tiradentes meio sem destino, mapa na mão e um cartel de escolhas na outra. Segui estrada. Quando dirigia, vi uma placa anunciando uma gruta, Rei do Mato, resolvi entrar e ver o que era a tal gruta, percorri uma estradinha ruim demais, e cheguei numa placa que dizia: FECHADO PARA VISITAÇÃO! Hahahahahahahahaha, dei com os burros n’água, mas tudo bem, tava ali pra isso mesmo. E a viagem continua.
Olhando o mapa, percebi uma cidadezinha perto dali que pudesse ter uma atração que me agradaria muito, se tratava de Camargos, possuidora de uma subestação de Furnas, local muito bonito com muitos lagos e cachoeiras formadas pela barragem. Entrei na estradinha e fui conhecer a tal. Deparei-me com uma cancela e dois guardinhas meio emburrados, afinal, era 9 horas da manha e o que um “chato” tava fazendo ali querendo conhecer o local, hahaha!!! MUITO INTERESSANTE, mas infelizmente o tempo não tava ajudando muito, dei uma voltinha e segui viagem.
Cheguei a Itutinga às 10 h da manha, eu havia trocado e-mails com um amigo de lá sobre um novo esporte que estavam praticando ali, fiquei muito interessado, chama-se Hydro Speed. Trata-se de uma “pranchinha” individual que é “lançada” nas corredeiras de um rio e vai enfrentando as mesmas de forma solitária, adrenante demais. Achei a casa dele a percebi que a mesma era base de uma agência de turismo receptivo. Conheci então o cara que viraria um bom amigo, Paulo Gaia. Ele lamentavelmente me informou que o rio estava inoperante para o Hydro, fiquei até cabisbaixo, pensei: agora só falta chover, hehehehe !!! Paulo, um cara de grande coração não deixou que eu fosse embora, me convidou para a tarde com ele e outro parceiro, o Luciano, fazer uma remada. Eu sem saber o que era isso, topei na hora, tava afim de viver coisas diferentes e tava ali pra isso.
Fomos então fazer a tal remada, o lugar era lindo demais, um lago imenso que dava acesso a cachoeira do Raolino, linda, perfeita, mas longe, beeeeeeeeeeeeeem longe. A remada toda rendeu 9 km, com trechos que tivemos que sair dos caiaques e ir andando por dentro do rio. A lama era muita, e em alguns trechos atolávamos até o joelho. Podemos ver no caminho sinais de “humanização” da natureza, o rio sofrendo assoreamento era até de dar dó. No final da ida largamos os caiaques no rio e fomos a pé, uma floresta de mangues e ingás, linda, chegamos na famosa cachoeira. Segue fotos da remada e da cachoeira.
Exausto, essa era a definição pra mim depois daquele trecho todo, fomos de volta para Itutinga e nos meus planos dali ia seguir para Carrancas, mudança geral, Paulo, família e amigos me convenceram de ficar por lá mesmo e participar de um lual com eles, não precisou falar duas vezes, aceitei com muito prazer. Chegamos na casa de Paulo e logo eu fui tomar um banho, tava precisando, hehehe, comemos algo e nesse meio tempo chegou Lorran, um rapaz tranqüilo e sereno, mas que quando pega o violão da um verdadeiro show. Ali ficamos até umas cinco da manha, o sono bateu forte.
Dia seguinte, lá pelas 9 mais ou menos tava de pé, o pessoal já havia acordado e estavam no café, sentei a mesa com eles e ali batemos mais um longo papo, fiz um resgate com Paulo, de três caras que estavam fazendo uma travessia na região, almoçamos e dali eu parti na minha viagem, rumo a Carrancas e novamente sozinho.
Sem horário, sem compromisso e sem ninguém para me preocupar, resolvi então aproveitar meu caminho até Carrancas. Subindo a linda serra que da acesso à cidade, percebi uma estrada que poderia me levar a algum lugar interessante, voltei o carro e entrei nela. Meus cálculos estavam corretos, consegui chegar em dois mirantes lindos, um em cima da serra e outro chamado Morro da Teta (adivinhem porque), neste ultimo sentei a assisti um lindo por do sol. Fiz ali amizades que carrego até hoje, Tchê, Renata e Lu.
Após ter me deliciado com uma visão linda do sol se pondo, tava na hora de achar um lugar para finalmente abrir minha barraca, segui a procura de um lugar pra dormir e acabei chegando no Camping da Ponte, ali armei minha barraca e fui na cidade procurar algo para comer. Uma surpresa legal, achei os 3 caras que tinham sido resgatados pelo Paulo no dia anterior, tomamos uma cerveja, batemos um longo papo e resolvi dormir, precisava descansar um pouco.
enfim, ultimo dia, eu tinha apenas um dia para curtir Carrancas, sol escaldante e animo total, vamos em frente. tomei um café no camping mesmo, desarmei acampamento e fui atras das cachoeiras. A primeira delas foi uma cachoeira que fica ao lado do camping que fiquei, meio sem graça, mas valeu a pena conhecer. Lutando contra o relogio e com muita vontade de rodar o maximo que puder, procurei uma casa de turismo receptivo, achei uma no centro de Carrancas que por sorte tinha também uma lan house, entrei na net e dei uma busca nos mapas da cidade e das cachoeiras.
Sai "quente" atrás delas, a segunda que visitei foi a cachoeira da Fumaça, infelizmente poluída. fui no Véu de Noiva, ali do lado também e segui para cachoeira das Esmeraldas, lá encontrei meus amigos de novo, Re, Lu e Tchê.
Andamos um pouquinho e enfim chegamos à cachoeira, estava meio “desfigurada” por conta da chuva que caiu dia anterior, mas valeu o caminho. O dia estava acabando, mas assim mesmo eu ainda queria tomar uma cervejinha num lugar tranquilo, escolhi o Complexo da Zilda, um lugar lindo e com várias opções de cachoeiras. Chegando lá não resisti e fui tomar uma cerveja, o calor tava demais e a sede era intença. Aacabei conhecendo o Sr. Adailton, proprietário do local, ele me deu umas dicas de locais para eu ir e sem perda de tempo, fui atrás das quedas. Ele me disse sobre uma cachoeira quase "perdida", vulgarmente chamada cachoeira da Priscila, em homenagem a atriz global Priscila Fantin nas filmagens da novela Alma gêmea. rodei bastante, fui em 3 cachoeiras no locale já quase caindo o dia voltei ao bar para tomar mais uma com o Sr Adailton, proseamos um pouco e fui embora, era hora da aventura terminar.
Aos que não conhecem a região, ta aí um bom roteiro, muitas cachoeiras e pessoas muito gentis, vale a pena a aventura.
até a próxima...
Pico da Bandeira
Era mais uma noite de longas conversas na Internet, eu teclava com o Junim e la estávamos nós nos perguntando qual seria nossa próxima aventura. Havíamos acabado de chegar de Itatiaia e ansiosos por outra viagem, quando num lampejo repentino falamos: Vamos ao Pico da Bandeira ? e a resposta veio logo em seguida: Claro ! e aí começamos e programar nossa aventura.

Enfim, chegou o tão esperado dia 08 de agosto, saímos de Juiz de Fora às 3 horas da manhã em direção a Alto Caparaó, cidade base para a subida por Minas Gerais. Uma viagem muito tranquila e de grande beleza, nos deliciamos com o sol nascendo na estrada e algumas visões do pico ao longo do caminho.

Dentro do previsto, 09 horas da manhã estávamos na portaria do parque. Regularizamos nossa situação e fomos em frente, objetivo era a Cachoeira Bonita. Algumas fotos e 40 minutos depois, estamos na entrada da trilha que levava a cachoeira. Andamos pela mesma e avistamos nosso objetivo, mais uma vez estava ali, naquele lugar de beleza ímpar. Como todo bom mineiro, estávamos ansiosos para nadar, porém para nossa surpresa, a temperatura da água es tava baixissima, devia estar próxima a uns 5 graus. Junior e Rogério desistiram de cara, mas eu que sou um pouco mais teimoso, cismei em entrar na água e foi o que fiz. apenas um mergulho, deu pra sentir todos os ossos do meu corpo congelando, mas ainda sim, foi agradável.

Saímos da Bonita às 11 horas e terminamos de percorrer os 6 Km até a tronqueira, uns 10 minutos de carro a mais estávamos lá. Ansiosos por começar a andar, tiramos as cargueiras do carro e rapidamente arrumamos tudo e pé na trilha. Começamos a caminhada 12:10 h, o sol estava agradável e o vento um pouco frio, mas com todo o esforço o mesmo servia para nos refrescar. A caminhada foi bem fácil, bem sinalizada e aberta, rapidamente chegamos a Araucária, um ponto de parada obrigatória e abastecimento de água. Ficamos lá um pouquinho e logo seguimos caminho, aproximadamente duas horas de trilha chegamos ao Terreirão, local onde acampamos para mais tarde realizar o ataque ao pico.
Barracas montadas, tudo ajeitado, é hora do banho. Mais uma vez eu fui o único a me aventurar no chuveiro, a água estava absurdamente fria, mas mesmo assim consegui tomar meu banho e ficar mais tranquilo. Passamos nosso tempo passeando e tirando algumas fotos, assistimos um lindíssimo por do sol e resolvemos comer nosso macarrão instataneo.

O frio estava cada vez mais forte, ventava muito e como levamos uma espiriteira a álcool, fomos fazer a comida no único lugar que não ventava, o banheiro. Para completar a situação, a agua não fervia, ao fim de 15 minutos de tentativa, pegamos a água morna e comemos meio cru mesmo, não foi um banquete mas foi otimo assim mesmo. Fomos dormir às 19:30.

Após muita bagunça e um frio imenso (algumas pessoas relataram -3 no terreirão), acordamos para atacar o Pico. Era 01:30 da manhã e estávamos nós, os três amigos de pé prontos para a subida. Saímos do Terreirão 03:00 horas e a trilha estava muito movimentada, Rogério logo no inicio ficou pra trás e eu e Junim fomos muito rápido. Gastamos uma hora e vinte minutos até o pico, o Rogérim chegou 10 minutos depois. Trocamos de roupa e nos aprontamos para ver o sol nascer, para nossa surpresa, a temperatura estava por volta dos 6 graus positivos. Os primeiros raios de sol apareceram por volta das 05:20 da manhã, todos deslumbrados com as imagens começaram a se ajeitar nos lugares para fotografar aquele espetáculo. O sol veio "dar o ar da graça" às 06:17 da manhã, rapidamente ele surgiu no horizonte e nos proporcionou um belo visual, estávamos todos estagnados com tamanha beleza. Eu, Rogério e Junim, como sempre gostamos de fazer, tiramos muitas fotos de todos os ângulos imagináveis.



Às 9 da manhã resolvemos retornar para o camping, já preocupados com a hora, pois Junim tinha que seguir de Juiz de Fora para São Paulo no dia 09 ainda. Não demoramos nada, percorremos a trilha em 01:30 e às 10:30 estávamos no Terreirão novamente. Tristes pela partida mas felizes pela conquista. Desarmamos acampamento bem rápido, nos alimentamos e trocamos de roupa, era hora de ir embora. Percorremos o ultimo trecho bem rapidamente também, e em 01:40 finalizamos a trilha chegando novamente na Tronqueira, arrumamos o carro e seguimos rumo a Juiz de Fora.
Mais uma viagem perfeita, Camping e Amizade tem feito parte de nossas vidas nesses últimos tempos. Cada viagem uma aventura inesquecivel, uma recordação que gravamos nas nossas memorias e levamos pela eternidade...
Pra quem quer ir ao Pico da Bandeira, recomendamos demais a aventura, porém prepare-se para uma caminhada boa e bastante frio, a estrada até a tronqueira é boa, o acesso é bem fácil. NÃO EXISTE ENERGIA ELETRICA, não espere conforto e banho quente pois não achará. A entrada do parque custa R$ 9,00 (entrada + pernoite). Ande sempre com uma sacolinha de lixo, o parque e a natureza merecem respeito.
Enfim, chegou o tão esperado dia 08 de agosto, saímos de Juiz de Fora às 3 horas da manhã em direção a Alto Caparaó, cidade base para a subida por Minas Gerais. Uma viagem muito tranquila e de grande beleza, nos deliciamos com o sol nascendo na estrada e algumas visões do pico ao longo do caminho.
Dentro do previsto, 09 horas da manhã estávamos na portaria do parque. Regularizamos nossa situação e fomos em frente, objetivo era a Cachoeira Bonita. Algumas fotos e 40 minutos depois, estamos na entrada da trilha que levava a cachoeira. Andamos pela mesma e avistamos nosso objetivo, mais uma vez estava ali, naquele lugar de beleza ímpar. Como todo bom mineiro, estávamos ansiosos para nadar, porém para nossa surpresa, a temperatura da água es tava baixissima, devia estar próxima a uns 5 graus. Junior e Rogério desistiram de cara, mas eu que sou um pouco mais teimoso, cismei em entrar na água e foi o que fiz. apenas um mergulho, deu pra sentir todos os ossos do meu corpo congelando, mas ainda sim, foi agradável.
Saímos da Bonita às 11 horas e terminamos de percorrer os 6 Km até a tronqueira, uns 10 minutos de carro a mais estávamos lá. Ansiosos por começar a andar, tiramos as cargueiras do carro e rapidamente arrumamos tudo e pé na trilha. Começamos a caminhada 12:10 h, o sol estava agradável e o vento um pouco frio, mas com todo o esforço o mesmo servia para nos refrescar. A caminhada foi bem fácil, bem sinalizada e aberta, rapidamente chegamos a Araucária, um ponto de parada obrigatória e abastecimento de água. Ficamos lá um pouquinho e logo seguimos caminho, aproximadamente duas horas de trilha chegamos ao Terreirão, local onde acampamos para mais tarde realizar o ataque ao pico.
O frio estava cada vez mais forte, ventava muito e como levamos uma espiriteira a álcool, fomos fazer a comida no único lugar que não ventava, o banheiro. Para completar a situação, a agua não fervia, ao fim de 15 minutos de tentativa, pegamos a água morna e comemos meio cru mesmo, não foi um banquete mas foi otimo assim mesmo. Fomos dormir às 19:30.
Após muita bagunça e um frio imenso (algumas pessoas relataram -3 no terreirão), acordamos para atacar o Pico. Era 01:30 da manhã e estávamos nós, os três amigos de pé prontos para a subida. Saímos do Terreirão 03:00 horas e a trilha estava muito movimentada, Rogério logo no inicio ficou pra trás e eu e Junim fomos muito rápido. Gastamos uma hora e vinte minutos até o pico, o Rogérim chegou 10 minutos depois. Trocamos de roupa e nos aprontamos para ver o sol nascer, para nossa surpresa, a temperatura estava por volta dos 6 graus positivos. Os primeiros raios de sol apareceram por volta das 05:20 da manhã, todos deslumbrados com as imagens começaram a se ajeitar nos lugares para fotografar aquele espetáculo. O sol veio "dar o ar da graça" às 06:17 da manhã, rapidamente ele surgiu no horizonte e nos proporcionou um belo visual, estávamos todos estagnados com tamanha beleza. Eu, Rogério e Junim, como sempre gostamos de fazer, tiramos muitas fotos de todos os ângulos imagináveis.
Às 9 da manhã resolvemos retornar para o camping, já preocupados com a hora, pois Junim tinha que seguir de Juiz de Fora para São Paulo no dia 09 ainda. Não demoramos nada, percorremos a trilha em 01:30 e às 10:30 estávamos no Terreirão novamente. Tristes pela partida mas felizes pela conquista. Desarmamos acampamento bem rápido, nos alimentamos e trocamos de roupa, era hora de ir embora. Percorremos o ultimo trecho bem rapidamente também, e em 01:40 finalizamos a trilha chegando novamente na Tronqueira, arrumamos o carro e seguimos rumo a Juiz de Fora.
Mais uma viagem perfeita, Camping e Amizade tem feito parte de nossas vidas nesses últimos tempos. Cada viagem uma aventura inesquecivel, uma recordação que gravamos nas nossas memorias e levamos pela eternidade...
Pra quem quer ir ao Pico da Bandeira, recomendamos demais a aventura, porém prepare-se para uma caminhada boa e bastante frio, a estrada até a tronqueira é boa, o acesso é bem fácil. NÃO EXISTE ENERGIA ELETRICA, não espere conforto e banho quente pois não achará. A entrada do parque custa R$ 9,00 (entrada + pernoite). Ande sempre com uma sacolinha de lixo, o parque e a natureza merecem respeito.
Técnicas para amarração de botas !!!
As vezes deixamos passar desapercebido alguns pequenos detalhes que podem fazer uma imensa diferença na hora da caminhada. Roupas adequadas, bonés, cantil bem posicionado na mochila para ficar de fácil acesso entre outros pequenos detalhes devem ser observados para otimizar o seu passeio e melhorar o rendimento.
Estava lendo num site uma matéria sobre amarração de botas, achei interessante e vou colocar aqui, espero que seja útil para você leitor quanto foi pra mim.
As diferentes maneiras de amarrar os cordões podem ajudar a achar o ajuste ideal e melhorar o rendimento.
Essas três flexíveis técnicas podem servir para que encontre o ajuste ideal para seus pés.
1. Aperta o ajustamento da zona do calcanhar
Para distribuir a pressão, criando um laço entre os dois ganchos e passar a corda de cima para baixo e para cima continua.
2. Baixo dorso do pé - Peito do pé baixo ou Estreito
Utilizando uma ou mais das técnicas, mostraram que as cordas ficam completamente presas (sem haver dilatação das cordas no local) e os pés podem ser mantidos no local sem causar pressões indevidas ou irritação.
3. Alto dorso do pé - Peito do pé alto ou Largo
Técnica utilizada para reduzir a pressão nos pontos mais altos do pé ou liberar mais espaço lateral.
Todas as três técnicas produzem um melhor encaixe do calçado aos pés. Gerando um maior conforto e reduzindo ou até acabando com problemas de bolhas.
Aproveitem bem as informações e otimas trilhas.
fonte retirada do site: http://twitter.com/mochileiroscom
Estava lendo num site uma matéria sobre amarração de botas, achei interessante e vou colocar aqui, espero que seja útil para você leitor quanto foi pra mim.
As diferentes maneiras de amarrar os cordões podem ajudar a achar o ajuste ideal e melhorar o rendimento.

Essas três flexíveis técnicas podem servir para que encontre o ajuste ideal para seus pés.
1. Aperta o ajustamento da zona do calcanhar
Para distribuir a pressão, criando um laço entre os dois ganchos e passar a corda de cima para baixo e para cima continua.
2. Baixo dorso do pé - Peito do pé baixo ou Estreito
Utilizando uma ou mais das técnicas, mostraram que as cordas ficam completamente presas (sem haver dilatação das cordas no local) e os pés podem ser mantidos no local sem causar pressões indevidas ou irritação.
3. Alto dorso do pé - Peito do pé alto ou Largo
Técnica utilizada para reduzir a pressão nos pontos mais altos do pé ou liberar mais espaço lateral.
Todas as três técnicas produzem um melhor encaixe do calçado aos pés. Gerando um maior conforto e reduzindo ou até acabando com problemas de bolhas.
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